Por Cláudio Marques, professor e colunista do Nísia Digital.
Em 28 de setembro de 1885 foi aprovada e promulgada a Lei Sexagenária, onde os cativos que completassem sessenta e cinco anos de idade teriam sua liberdade. O que não era muito funcional, uma vez que a taxa de mortalidade era alta e um escravo vivia em média trinta a trinta e cinco anos.E é de se imaginar que, após uma vida inteira de trabalhos forçados e baixa qualidade de vida, os que chegassem aos 65 anos não tinham vigor para recomeçar uma “vida livre”.