
O Governo do Rio Grande do Norte abriu oficialmente, na quarta-feira (28/10), o processo de transição da administração estadual. A governadora Fátima Bezerra (PT) e o governador eleito Carlos Eduardo Xavier, o Cadu de Lula (PT), acompanhados da vice-governadora eleita, Larissa Rosado, confirmaram a criação da Comissão Mista de Transição Governamental 2026-2027.
O grupo terá 14 integrantes, sendo sete indicados pela gestão atual e sete pela futura equipe. O decreto que formaliza os trabalhos e fixa as regras de cooperação institucional será publicado na edição desta quinta-feira (29/10) do Diário Oficial do Estado (DOE). A coordenação-geral ficará com a controladora e ouvidora-geral do Estado, Luciana Daltro, nome confirmado pelo próprio governador eleito.
Representantes da gestão atual
- Luciana Daltro, controladora e ouvidora-geral do Estado (coordenadora)
- Antenor Roberto, procurador-geral do Estado
- Álvaro Bezerra, secretário de Estado da Fazenda (Sefaz)
- Alexandre de Oliveira Lima, secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan)
- Virgínia Ferreira, chefe do Gabinete Civil
- Jane Araújo, secretária de Estado da Administração (Sead)
- Nereu Linhares, presidente do Instituto de Previdência Social dos Servidores do Estado (Ipern)
A comissão terá acesso livre a relatórios administrativos, patrimoniais, fiscais, contábeis e financeiros, além de contratos em andamento e do quadro de pessoal de todas as pastas estaduais.
Sociedade civil e municípios
Entre os nomes indicados por Cadu de Lula haverá representantes de fora do governo. Segundo o governador eleito, a lista terá indicações da Federação das Indústrias (Fiern), da Fecomércio, de entidades sindicais, de universidades e da representação dos municípios, com foco no diálogo com as 167 cidades potiguares.
Cadu afirmou que a transição “não será apenas um ato simbólico, mas sim um trabalho prático” de recolher dados, avaliar os avanços e mapear os principais desafios em áreas como saúde, educação e segurança pública. Já Luciana Daltro disse que a comissão vai organizar todos os dados do Estado, como informações orçamentárias, fiscais, contábeis, patrimoniais e de pessoal, além dos projetos em execução, para entregar um diagnóstico aprofundado.
Por Redação / Blog Nísia Digital – Com informações do NOVO Notícias

