
Nesta semana, uma das linhas de produção de blocos intertravados de concreto da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, superou a marca de 50 mil unidades produzidas. A atividade é desenvolvida por pessoas privadas de liberdade contratadas por empresa instalada na unidade, em parceria com a Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP).
O secretário da Administração Penitenciária, Helton Edi, visitou as instalações do polo fabril acompanhado do diretor João Paulo. Ele destacou a importância do trabalho prisional como instrumento de disciplina, qualificação profissional e reinserção social.
Segundo o secretário, o policial penal desempenha papel essencial no trabalho prisional, garantindo segurança e ordem nas unidades, o que possibilita o desenvolvimento das atividades laborais.
O trabalho prisional é previsto na Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) como instrumento de ressocialização. Além da remuneração mensal paga pela empresa, os trabalhadores têm direito à remição de pena, conforme os dias trabalhados.

