Desde 2007 comunicando com responsabilidade sobre Nísia Floresta e região.
Vida e obra de Nísia Floresta serão lembradas em comemoração ao seu bicentenário em dois encontros. A realização é da Prefeitura de Natal, com o intermédio da Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), com a parceria de instituições de ensino e cultura.
O primeiro será uma mesa-redonda, realizada na Aliança Francesa, durante a quinta-feira (11), às 19h30. Participarão como debatedores a professora aposentada da UFRN, Vitória Costa (pós-doutorado em Direito internacional na França, realiza palestras sobre Nísia Floresta em várias instituições culturais do país), o escritor e artista plástico Dorian Gray, a presidente da academia feminina de letras, Zelma Furtado e o presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, Enélio Petrovich. A mesa será dirigida pelo coordenador da Biblioteca Municipal Esmeraldo Siqueira, José Augusto Costa Júnior.
O segundo encontro será realizado no espaço de exposição da Faculdade Natalense para o Desenvolvimento do RN (FARN), na quinta-feira (18), às 19h30. Trata-se de uma exposição fotográfica sobre a autora potiguar.
Nísia Floresta escrevia sobre a escravidão, o sofrimento do índio e também as belezas do Brasil. Mas, acima de tudo, sobre a mulher e a opressão vivida pelo sexo feminino. Na verdade, tudo que Nísia Floresta escreveu foi para defender as causas nas quais ela acreditava, mais que por aspiração literária.
Ainda assim, tornou-se uma das maiores autoras de seu tempo. Ela é dona de uma trajetória intensa. Nasceu em Papari, no Rio Grande do Norte, tendo morado também em Olinda e Porto Alegre. No Rio de Janeiro, fundou um colégio revolucionário para meninas. O colégio, assim como os livros, era para exercer sua militância. Lutava por uma educação igualitária: às mulheres o conhecimento e não apenas o bordado.
Na Europa, consagrou-se, estabeleceu amizade com grandes intelectuais e residiu em vários países. Morreu na França, em 1885, após 75 anos vividos e 15 obras publicadas, além de incontáveis artigos na imprensa brasileira.
Por Redação, do Nominuto
De acordo com o comandante, o tráfego no trecho vai estar liberado a partir das 07h do dia 29, sexta-feira. Ele informa na missiva que foram cumpridas as exigências técnicas estabelecidas pelo DNIT/RN, que viabilizam a liberação do tráfego no trecho supracitado, em caráter provisório, nos aspectos segurança para os usuários da rodovia e moradores da região, com a construção de seis redutores de velocidade (lombadas) e com a respectiva sinalização prevista.
A prefeita Norma Ferreira, ao tomar conhecimento do ofício, afirmou que a notícia da liberação do trecho é preocupante. “Vamos continuar com a cidade dividida ao meio. Eu não acredito que depois das reuniões que tivemos, inclusive com o próprio Ministro dos Transportes, em Brasília, o DNIT vá deixar a cidade partida ao meio, trazendo prejuízos a toda a população, sobretudo os pedestres, que terão um muro pela frente como obstáculo e os motoristas que vão ter que rodar quilômetros para fazer o retorno de um lado para o outro”, reclamou a prefeita.
O presidente da CDL – São Joé de Mipibu, Alcimar Cortez, concedeu entrevista na capital, indignado com a falta de respeito ao cidadão mipibuense, convocando inclusive, a imprensa para visitar o trecho liberado e testemunhar a tamanha humilhação imposta ao cidadão mipibuense.
Durante o período eleitoral, políticos de diferentes partidos e coligações, deram as mãos e protestaram contra a liberação da BR 101 sem a acessibilidade.
A população espera contar com a mobilização dos políticos e dos representantes das entidades do município, tendo em vista que a possibilidade de ocorrer acidente fatal no trecho é praticamente previsível.
Nas reinvindicações anteriores a população contou com o apoio da classe política do município, da CDL, Igreja, LIONS, da mídia, dos gestores públicos, estudantes, professores, e do cidadão comum.
O presidente da CDL – São José de Mipibu, Alcimar Cortez, chama atenção de toda sociedade, inclusive a classe política do município, composta de vários deputados eleitos, e que prometeram defender os interesses dos cidadãos mipibuenses, para juntos promoverem um ato de repúdio aos responsáveis pela obra que separa e humilha as famílias mipibuenses.