Por Redação, da Tribuna do Norte.
O sábado promete ser de festa para a torcida americana. O América completa hoje, 97 anos de existência, com uma história repleta de conquistas, títulos, grandes momentos, como os acessos para a série A do Brasileiro, em 1996 e 2006. Não podia ficar de fora também a conquista do campeonato do Nordeste de 1997, derrotando o Vitória/BA recheada de craques, como o sérvio Petkovic, um dos maiores, senão o maior título desse clube quase centenário. O passado americano é contado pelos seus craques dentro de campo, como Véscio, Moura, Pedro Humberto, Evaldo, Euclimar, Saquinho, Hélcio e o maior de todos, Souza, cria do clube, que foi ídolo do Corinthians/SP e teve passagens pelo Flamengo/RJ, Goiás e futebol da Rússia.

“E Deus viu que era bom… e Deus viu que era muito bom”. Assim, em forma poética, descreveu o Autor Sagrado a criação do mundo nos capítulos I e II do livro do Gênesis. O mal entra como fruto da escolha livre dos anjos e dos homens (Gênesis, cap. III). A partir daí a criação herda uma desordem que chegará a ser motivo para alguns pensadores cristãos desenvolverem um pensamento de dualidade entre o céu (que é sempre bom) e o mundo, que é mal. A consequência verifica-se numa ruptura entre espiritualidade e atividades sociais, e o pior numa separação entre o “sacro” e o “mundano”. 











