A Polícia Militar foi acionada após populares encontrarem, no início da manhã desta quarta-feira (3/11), um corpo de um homem na faixa de areia da praia de Barreta, localizada no município de Nísia Floresta.
De acordo com a PM, informações preliminares dão conta que tratava-se de um homem conhecido apenas como Tonho, de 56 anos. A vítima foi encontrada com a calça abaixada e possuía uma tornozeleira eletrônica.
A equipe da VTR 306 foi até o local, onde aguardou a chegada de uma unidade do ITEP, que fez a remoção do cadáver.
Todo mundo que me vem visitar, ao chegar, me faz logo a seguinte pergunta curiosa: – “Qual o seu motivo de escolher a cidade de Nísia Floresta para morar?”. E aí, eu tenho que contar-lhes uma longa história de uma velha promessa, tramada há bastante tempo e aconselhada por alguns amigos e exemplos vistos. Sou natalense e morei grande parte de minha vida no bairro do Alecrim, especificamente, na agitada feira do Alecrim. Nem é preciso falar na agenda cheia de compromissos culturais. Trânsito quase sempre congestionado e a inevitável poluição.
Adulto, eu já sonhava com meu bairro de menino, com seus sítios frondosos repletos de frutas saborosas. Ruas calmas, com seus tipos populares as povoando e causando a alegria da meninada. Vendedores nas portas com suas guloseimas gostosas, sem falar nos vizinhos amigáveis, nos presenteando com aquela culinária preparada na ocasião. Portanto, jurava por tudo no mundo deixar minha cidade agitada dos anos 2000, assim que me aposentasse. Muitos amigos e amigas, como familiares, pensavam se tratar de uma ‘jura’ de brincadeira. De família pobre, com barriga cheia. Mãe dona de casa e pai proprietário de caminhão, que fazia fretes, para aonde fosse solicitado. Tive que começar a trabalhar aos 14 anos. E quando chegou o ano de 2016, se aproximando a minha aposentadoria, com 36 anos de carteira assinada, eu planejei a minha mudança para uma cidade calma, para poder escrever e finalmente, só fazer o que gosto. As regras e compromissos, seriam deixados para trás.
Pensei em morar não muito distante de Natal. Compraria duas casas, de preferência juntas. Uma para morar e a outra, para abrigar meus trecos, quinquilharias, bugigangas e milhares de livros. Coisas acumuladas ao longo da vida e em parte em minhas andanças pelo Brasil a fora. Desejava uma casa com quintal, com fruteiras, sombra, galinhas, patos, cachorro, jardim. Espaço para terraço de conversas e banho de bica. Mesas para os cafés e tamboretes espalhados por todo canto. Na verdade, uma mistura da casa de meus pais e de meus avós maternos, de Pendências/RN. Uma espécie de réplica com os moveis antigos vistos e tocados, quando criança. tudo planejado e bem tramado no período que me antecedeu a aposentadoria. Adeus chefes bons, amigos e também os chatos e invejosos de minha vida literária natalense.
Depois de percorrer algumas cidades da chamada grande Natal, um amigo indicou-me duas casas que estavam à venda em Nísia Floresta. Em uma comunidade antiga, bem próxima da velha lagoa Papary. Lagoa, descrita pelo viajante Henry Coster, em 1810, quando este veio ao Rio Grande do Norte e passando pela cidade com o nome da referida lagoa, conheceu os pais e a menina, depois famosa mundialmente, Dionísia, que depois usaria o pseudônimo literário de Nísia Augusta Floresta Brasileira.
Ao chegar criei uma biblioteca que homenageia minha saudosa genitora, Dona Maria Estela. E esta, já recebeu centenas de visitas ilustres e pesquisadores, vindos de outros Estados. Sou, portanto, um mero e simples pesquisador, faxineiro e bibliotecário. Das 8 da manhã as 17 horas. A dita morada, eu dei o nome de São Saruê, em homenagem ao conhecidíssimo folheto de cordel do poeta José Camelo. Um paraíso. Aquela ‘Utopia’ de Thomas Morus. Ou a ‘Pasárgada’ do lírico, Manoel Bandeira.
Assim que aqui cheguei, reencontrei amizades antigas, como o escritor e historiador Manoel Procópio Júnior, que já estava aqui há duas décadas, como também a amiga que recentemente partiu, a escritora Angélica Timbó. Meu confrade e confreira no centenário Instituto Histórico e Geográfico do RN. A notícia de minha nova e definitiva morada, aos poucos foi se espalhando como rastro de pólvora na boca dos amigos. Logo fui entrevistado na sua Rádio FM pela amiga educadora Rejane e conheci o jovem radialista e comunicador Agripino Junior. Fui ao Museu e revi o amigo Raimundo Melo. Fui a feira e fiz amigos e amigas. Fui a rodoviária e tomei o melhor suco do mundo, que é a mangaba da região. Fui conhecer a afamada bodega do finado Joca Paixão, que já não era propriamente uma bodega, mas uma cachaçaria. E por falar em cachaça, fiz uma grande amizade com o dono da Cachaça Papary. Diga-se, uma das melhores do Brasil.
Me tornei rapidamente amigo de muita gente boa e simples. Barbeiros, vendedores de peixe, leite, camarão, pão, verduras. Tudo deixado com a maior amizade em minha porta. Aqui, deixei de lado os cursos universitários do passado e por gosto e paz, pedi que me chamassem de ‘seu’ Berg, o aposentado que mora perto da Lagoa Papary. E como aposentado e feliz geralmente ando de bermuda e sandálias de borracha. E por falar em meu traje cotidianamente, usado, lembro que quando fui no início dos anos 80, a ilha de Itaparica, próxima a Salvador/BA, encontrei o grande intelectual baiano, João Ubaldo Ribeiro, que me recebeu com um largo sorriso, em uma mesa de cimento em uma pracinha. Coisa que parecia um velho amigo. Ele conversando com amigos, pescadores e cachaceiros. Ao me despedi daquele famoso escritor, naquele dia ensolarado, eu só reforcei a minha antiga jura, carregado de inveja boa do mesmo, daquela simplicidade em pessoa, que fugia da fama e do dinheiro. Demonstrando que a felicidade está, aonde se vive em paz!
Aqui encontrei meu chão adotivo. Povo querido e que me quer bem. Nem preciso dizer mais, que na expressão de um de meus médicos em Natal, eu chutei o balde. Não chorei o leite derramado e nem pensei no que podia estar ganhando engravatado e com problemas na saúde. Aqui acordo bem cedinho, ao cantar do galo e pássaros livres. Avisto todos os dias a bela Lagoa Papary enquanto molho as flores do meu jardim. Aqui, encontrei a minha paz para viver e escrever minhas besteiras, o resto de minha vida, ao lado da paciente dona Selma, sempre comigo há mais de 30 anos. Nada mais quero e nada mais vou contar por hoje.
3 de novembro de 2021 – morada São Saruê, Morrinhos – Nísia Floresta/RN
Por Gutenberg Costa / Escritor, pesquisador e folclorista
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Policiais militares do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) detiveram, na tarde desta terça-feira (2/11), um homem que estava portando droga na cidade de São José de Mipibu.
Segundo informações do CPRE, uma equipe trafegava pela BR-101 quando decidiu abordar, por volta das 16h, Fábio Ferreira. Com o mesmo, os agentes encontraram trouxas de maconha.
A ocorrência foi encaminhada à Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Natal.
A Polícia Militar registrou mais um homicídio na cidade de São José de Mipibu. Sebastião André de Souza, de 51 anos, foi morto a tiros na noite da segunda-feira (1/11), na comunidade de Areia Branca.
O corpo foi encontrado em uma estrada carroçável com marcas de tiros na altura da cabeça, perna e ombro. Tacos de sinuca e uma faca também foram achados no local.
Até o momento, não há detalhes de como o crime aconteceu.
Da Redação / Nísia Digital – Com informações do Via Certa Natal
Na noite da segunda-feira (1/11), agentes do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) prenderam, na cidade de São José de Mipibu, uma jovem de 18 anos que estava portando droga.
De acordo com o CPRE, os policiais militares realizavam um patrulhamento na comunidade Cidade de Deus, quando abordaram Marília Gabriela, que estava pilotando uma motocicleta. Durante o procedimento, foram encontradas pedras de crack com a mesma.
A mulher, que também foi autuada por dirigir sob efeito de álcool, foi conduzida até a Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Natal.
O professor da SESI Escola do Rio Grande do Norte e escritor, Paulo César Palhares, é o vencedor do “Talentos dos docentes SESI”, um concurso feito na semana do professor pelo movimento Geração SESI/SENAI Nacional. A escolha do docente, através do seu talento, foi realizada em duas etapas. A primeira delas a inscrição, no qual o professor precisa informar seu talento. Nesta fase, três finalistas do SESI e três do SENAI foram selecionados pela comissão interna do concurso.
O professor Paulo César lembra que, depois da primeira etapa, foi escolhido como finalista do SESI e concorreu com outras duas professoras através do voto popular. “Com muito apoio do SESI, alunos, direção e docentes, tivemos a grande felicidade de termos essa vitória”, comemora.
O talento apresentado por Paulo César foi o de ser escritor. “Apresentei meu primeiro livro e falei dos meus projetos para com a literatura e docência”, conta.
Para ele, vencer o concurso está sendo incrível. “O prestígio na profissão é uma das coisas mais importantes que considero, e o SESI de várias formas vem mostrando esse reconhecimento. Ganhar o concurso tem sido um desses lindos momentos e um estímulo enorme para eu continuar escrevendo meus livros e quem sabe lançar agora em 2022. Realmente estou muito feliz”, reafirma.
O professor lançou seu primeiro livro em 2016, uma literatura infanto-juvenil, em um ambiente fantástico que criou com seus conhecimentos geográficos. E planeja continuar produzindo literatura e deseja que ela possa chegar a vários jovens no Brasil.
Policiais militares da 3ª Companhia do 3º Batalhão recuperaram, na tarde desta segunda-feira (1/11), uma motocicleta roubada no município de Nísia Floresta.
Segundo informações, a PM foi acionada após o veículo ter sido sido tomado de assalto nas proximidades da lagoa do Carcará, por volta das 14h. A vítima conseguiu se deslocar à região central da cidade e informou que os bandidos fugiram na direção da comunidade de Alcaçuz.
Em seguida, os policiais receberam a informação que os criminosos estavam empurrando a moto – que estava bloqueada – na área da Colônia do Pium. A equipe foi até o local e conseguiu reaver o veículo e devolvê-lo ao proprietário.
O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) divulgou, nesta segunda-feira (1/11), um balanço das ações realizadas em Nísia Floresta, São José de Mipibu e região durante o mês de outubro.
No período, foram contabilizados 30 procedimentos criminais. Veja o detalhamento logo abaixo:
Prisões por embriaguez ao volante: 12
Menores conduzindo veículos: 7
Armas apreendidas: 2
Crime ambiental: 1
Foragido capturado: 1
Prisões por exploração sexual: 2
Procedimentos por porte de entorpecente: 3
Veículo recuperado: 1
O CPRE reafirma que o trabalho de fiscalização continua mantendo a redução de 100% no número de mortes decorrentes de acidentes de trânsito na área.
A Paróquia de Nossa Senhora do Ó, que atende boa parte dos católicos de Nísia Floresta, divulgou os locais e horários das missas do Dia de Finados 2021 na cidade.
Confira o cronograma logo abaixo:
7h: Capela de Nossa Senhora das Mercês, em Alcaçuz 8h30: Capela de Nossa Senhora da Soledade, em Pirangi do Sul 9h30: Capela de Nossa Senhora de Fátima, em Barra de Tabatinga 11h30: Capela de São Gonçalo do Amarante, em Timbó 14h: Capela de Sant’Ana, em Campo de Santana 15h30: Capela de Nossa Senhora da Conceição, em Oitizeiro 17h: Capela de São Francisco de Assis, em Golandi 19h: Em frente ao cemitério público do Centro
A Igreja existe para ser “Mãe e Mestra” (Papa São João XXIII), à luz do mistério de Jesus Cristo, palavra eterna do Pai e filho de Deus (Cf. Jo 1,1-3; Mc 1,1). Essa é uma das suas definições pastorais mais significativas e a que descreve em plenitude a sua missão na contemporaneidade. Ela é Mãe porque gera no amor e na ternura; é mestra porque educa na fé e na verdade. O âmbito do seu dinamismo pastoral envolve o ser humano na sua totalidade. Há uma antropologia integral e integrante. A sua prática é artesanal e personalista, com uma atenção hodierna e paradigmática à ecologia integral, ao diálogo e à amizade social (Cf. LS, cap. IV; FT, cap. VI).
Quando nos lançamos a refletir sobre o conceito de ‘Pastoral’, temos que focar nossa atenção ao que nos propõe a ‘Sagrada Escritura’ e a maravilhosa e tão pouco conhecida teologia dos ‘Santos Padres da Igreja’ (Séc. II-VII). Temos um acervo muito rico de literatura do nosso patrimônio espiritual cristão, que nos contagiaria muito, se fosse conhecido com mais profundidade por mais membros da comunidade eclesial. Sem dúvida, o que é mais relevante em nossos tempos modernos é o conhecimento dos documentos do Concílio Vaticano II. Da minha trajetória de estudos das adaptações deste ideário conciliar, principalmente das Conferências Latino-americanas de Medellin (1968), Puebla (1979), Santo Domingo (1992) e Aparecida (2007), o que mais constatei é que a grande dificuldade de recepção e aplicação dos ensinamentos do Concilio, principalmente na Pós-modernidade, está na ignorância destes documentos e a confusão na sua ‘justa hermenêutica’ (Bento XVI).
A lógica que percebemos nos dias atuais na mudança de narrativa e da atuação pastoral da Igreja, que foram acontecendo gradativamente, têm suas raízes nos fatos históricos que teceram um ‘estado de crise da pastoral’, enquanto ação orgânica, sistemática, continuada, com objeto e objetivos, metodológica e, acima de tudo, que tem Jesus Cristo, o Bom Pastor (Cf. Jo 10, 1-21), como protótipo e modelo de todo o seu dinamismo, a partir do fim da modernidade (R. Guardini) e o início da pós-modernidade, com a elevação da importância do sujeito, da cultura e da técnica, sobre as Instituições e sua forma de exercer o poder. E. Kant, quando enfatiza o que deve acontecer quando o indivíduo ‘estiver esclarecido e tornar-se adulto’, trata de modo sintético e universal o que será pontuado por filósofos e teólogos que refletirão sobre a necessidade da Igreja ‘dialogar’ com todas as novidades criadas pelo Homem neste ambiente e arcabouço cultural, que será o grande ‘lugar teológico’ no qual o Evangelho precisará ser anunciado e testemunhado. Essa reviravolta da vontade de saber para a vontade de poder, será o epicentro dos demais contornos estruturais e institucionais que ocorrerão a partir dos anos cinquenta, logo após as duas grandes guerras (I-1914-18; 1939-45).
Com o Concílio Vaticano II, a Igreja aprimora o seu estilo pastoral considerando as grandes questões desta modernidade insurgente: A subjetividade humana, a mística eclesial, com o primado do povo de Deus como protagonista de toda a ação eclesial, inclusive da própria liturgia, a centralidade da palavra de Deus, o ecumenismo, a questão da liberdade religiosa, o diálogo inter-religioso, a valorização dos meios de comunicação como novas maravilhas a serviço do anúncio do Evangelho e outras orientações formativas que reorientaram os intentos de renovação para um novo estilo de ser Igreja em todos os recantos da catolicidade. Pensemos na recepção destes ensinamentos e anseios de atualização da missão da Igreja, em nosso próprio continente Latino-americano, como já foi mencionado anteriormente.
Existe, sem dúvida, um modo diferenciado e recente de fazer pastoral nas organizações eclesiais nesta fase pós-conciliar, que “desloca do profético para o terapêutico e do ético para o estético na esfera da experiência religiosa” (Cf. A. Brighenti, ‘O novo rosto do clero’, pág. 17), e que tem gerado muitas complexidades e polarizações ideológicas, divisões e incompreensões, que colocadas na microfísica da engenharia da Igreja, confundem e desarticulam o ordenamento das práticas pastorais. Essa dificuldade ‘ocasional’ deixa um vácuo a ser preenchido, que, pouco a pouco, tem tomado formas discursivas que podem muito nitidamente
favorecer a crítica feita em tempos idos de que “a religião é o ópio do povo” (K. Marx). Ainda mais, tem sido explorada em nosso País para que personalidades políticas, demagógicas e oportunistas, ocupem esse espaço deixado pela falta de objetividade e clareza de ideias da missão, comunhão e sinodalidade da Igreja, que está sendo desconfigurada no que é chamada a ser, na sua identidade pastoral e sacramento da salvação de todos.
O comprometimento da pastoral da Igreja é com o anúncio da mensagem e o testemunho do Reino de Deus, seguindo o ordenamento e o exemplo de Jesus Cristo, seu Mestre e Senhor (Cf. Mc 1,15; 16,15-16). A pastoral da manutenção, da simonia, do clericalismo, da burocracia, do curandeirismo, do psicologismo, dos lobbies, do sacramentalismo e outras atitudes desonestas, obsoletas, desencarnadas e alienantes dos contextos e condição humana, está a tomar cada vez mais distância do que é a ‘Essência do Cristianismo’ e da ‘Missão da Igreja’. Essa preocupação posta pelo Papa Francisco de ser feita a memória da nossa história é algo sempre relevante para que não nos afastemos dos raios que necessitamos do Sol, que é Jesus de Nazaré, o mesmo que garante a força imprescindível para a existência de uma autêntica e perseverante atuação da pastoral da Igreja, que é a grande Lua da humanidade, e para essa existe como servidora.
O Papa Francisco convoca toda a Igreja para viver essa experiência da ‘sinodalidade’. É muito importante que essa intenção do Pontífice não venha a tornar-se mais uma ação sem compromisso afetivo e efetivo dos membros do povo de Deus, a começar da hierarquia. Não pode ser um ‘chavão platônico’ de quem não tem experiência pastoral e vive apegado a estruturas pueris e ressentidas de poder. Ela precisa ser envolvente de todos aqueles que fazem a vida periférica, tanto geograficamente, quanto existencialmente, da comunidade eclesial. Ainda mais, ela pode considerar os ateus, agnósticos, viciados, inclusive em redes sociais, os políticos, os que estão na comunidade acadêmica e, enfim, todos os homens e
mulheres de boa vontade. Essa experiência, deveras, precisa ser uma convenção que diga muito do que a Igreja será chamada a ser no seu futuro, não tão distante.
Por fim, essa dimensão pastoral da Igreja é uma realidade com sua “complexidade” (E. Morin), porque é constituída do humano. Para que não ceda às tentações continuadas do pecado, é chamada a ser uma estrutura ‘reconciliada’. Sua identidade e missão é algo muito fino e exigente. Ela necessita repensar o seu pensar e modo de ser e estar neste Mundo pós-pandêmico. A conversão precisa perpassar todos os seus eixos sistêmicos. Um dos grandes benefícios que poderemos conquistar do “Sínodo sobre a Sinodalidade” é que a nossa ação pastoral possa ser cada vez mais de “comunhão, missão e participação”. Enquanto não nos chega um Vaticano III, esse já seria um maravilhoso ganho para o DNA da nossa dinâmica pastoral. Assim o seja!
Por Padre Matias Soares / Pároco da paróquia de Santo Afonso M. de Ligório, em Natal
A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, anunciou que o governo vai reajustar os salários de mais de 35 mil servidores no primeiro quadrimestre de 2022.
“Iniciaremos a recomposição de algumas carreiras, corrigindo distorções salariais de mais de uma década, sobretudo aqueles cujos vencimentos são os mais defasados no estado”, afirmou a gestora, através de seus perfis nas redes sociais.
“A nossa equipe econômica chegou a um percentual de recomposição salarial de 15% e essa medida beneficiará mais de 35 mil servidores e servidoras, ativos e inativos”, acrescentou.
O anúncio, no entanto, não detalhou as categorias que serão contempladas pela medida.
Até setembro, o estado tinha 52.746 servidores ativos, 44.610 inativos e quase 12 mil pensionistas, segundo o caderno de gestão de pessoas da Secretaria Estadual de Administração. Somente em setembro, a folha salarial do estado foi de R$ 580,5 milhões.
Qualquer reajuste salarial só pode ser feito a partir de 2022, porque a lei de socorro aos estados em razão da pandemia da Covid-19 (Lei complementar 173/2020) proibiu aumento de salários em todas as esferas do poder público até o final de 2021.
A Câmara Técnica de Vacinação do Rio Grande do Norte deliberou sobre a aplicação da D2 da Pfizer em pessoas que tomaram a primeira dose da vacina Oxford/Atrazeneca. A medida já foi tomada por outros estados e a intercambialidade da vacina já acontece também em outros países com segurança.
Ficou aprovado que os municípios que estão desabastecidos de Oxford/Atrazeneca apliquem a D2 da Pfizer em quem está com a segunda dose em atraso.
O Estado vai distribuir 20.346 doses de Pfizer para ajudar os municípios a cumprir o esquema vacinal deste público. O intervalo para a D2 se mantém o mesmo da Astrazeneca, ou seja, de 90 dias.
A Sesap ressalta a importância de completar o esquema vacinal para o enfrentamento da pandemia da covid-19.
Policias militares do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) efetuaram, na tarde desta quinta-feira (28/10), a prisão de um homem que estava portando droga na cidade de São José de Mipibu.
De acordo com o CPRE, os agentes patrulhavam na área central do município quando abordaram Luciano Ricardo, que estava atuando como mototáxi. Com o mesmo, foram encontradas trouxas de maconha e cocaína.
A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Mipibu.