
Sessenta e sete pessoas privadas de liberdade que declararam pertencer a religiões de matriz africana participaram, pela primeira vez, de uma celebração religiosa na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga – que fica no Complexo Penal de Alcaçuz, em Nísia Floresta.
A atividade foi conduzida pelo babalorixá Melqui Zedec e por sacerdotisas, que realizaram um momento de escuta e diálogo com os internos. “Nós precisamos promover um momento de escuta. Hoje vamos ter uma conversa com os internos”, destacou o líder religioso.
A ação foi viabilizada pela Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), por meio do Departamento de Promoção da Cidadania (DPC), em parceria com a Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (SEMJIDH), através da Coordenadoria de Igualdade Racial (COEPPIR), representada por Giselma Omilé, responsável pela articulação junto à liderança religiosa.
A assistência religiosa é assegurada pela Lei de Execução Penal (LEP), que garante às pessoas privadas de liberdade o direito ao exercício da fé.
Por Redação / Blog Nísia Digital

