
O Coletivo Mulherio das Letras, reconhecido como Ponto de Cultura, participou da programação do Festival Literário da Pipa (FLIPIPA) – organizado e idealizado por Dácio Galvão – sob a articulação regional de Rejane Souza e do Mulherio das Letras Zila Mamede, cuja articuladora é Carla Alves.
Mesa de Diálogo com a escritora Maria Valéria Rezende, referência nacional na literatura contemporânea e figura inspiradora do movimento Mulherio das Letras. O encontro provocou reflexões sobre escrita, resistência e a importância das narrativas femininas no cenário contemporâneo, além do importante papel das mulheridades exercem na literatura através dos Coletivos. Além da mediação realizada por Carla Alves, o encerramento da mesa ficou sob a responsabilidade do Corpo de Leitura e canto Lírico do Mulherio das Letras Zila Mamede.

Outro evento marcante foi a Mesa Literária realizada pelas pesquisadoras e escritoras Conceição Flores, Diva Cunha, Ana Cláudia Trigueiro e Ana Laudelina. O debate em tela foi a literatura potiguar e a vida e obra da escritora póstuma Nivaldete Ferreira. Articulação feita pelos Coletivos Mulherio Nísia Floresta (Rejane Souza) e Zila Mamede (Zila Mamede).
Sarau das Manas Mulherio Nísia, realizado na Creperia Athenas, celebrou a poesia, a música e a palavra feminina em um espaço de partilha e afetos. A abertura foi realizada por Ana Leopoldina, com a performance sobre Nísia Floresta. O sarau reuniu escritoras, artistas e leitoras de vários coletivos e personalidades da literatura potiguar em um momento de celebração da arte e da sororidade. E contou com a presença especial da Governadora Fátima Bezerra que recitou Arado de Zila Mamede.

A participação do Mulherio das Letras no Festival Literário da Pipa reforça o compromisso com a valorização das vozes femininas e com a democratização do acesso à cultura e à literatura, fortalecendo redes de criação, afeto e resistência literária.

